À respeito de mim mesma,o mesmo engano profano que me guia nos sentimentos e a letargia fria que segue, que corre pelas veias das mesuras banais corroendo fisicamente as chances de tudo ser o mesmo engano.
segunda-feira, 3 de julho de 2017
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Cogumelo'
Detesto frívolidades,
Podemos partir do ponto que nos interessa,
Podemos deitar nus na grama,
E ver surgir um sentimento,
Como um cogumelo.
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
quinta-feira, 6 de março de 2014
Meu Monstro
Achei que assim o estaria libertando mas ele se escondeu mais adentro do orgão pulsante que bombeia emoções e algo à ver com um líquido viscoso essencial. Um monstrinho acuado,medroso que na verdade gosta de morar comigo. Deixo-o livre mas ele se recusa a ir embora.
sexta-feira, 11 de outubro de 2013
quarta-feira, 4 de julho de 2012
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Rumo das coisas'
Sem saber para onde essas ruas me levam,
nessa cidade desconhecida,andando com a sombra dizendo
que sou parte do todo e que o todo é o
muro,o cimento,raízes de árvores,janelas
e luzes acesas ou apagadas,eu vou pulando
cada hipótese,cada degrau,um sonho,uma
pedra,um acaso.Chuvinha fina molhando as
ruas e o brilho das luzes dos postes causam
efeitos transitórios,criam flashs,imagens da vida
num filme.Um processo ecológico nascer,crescer..
Morrer é morfológico.Por que pensar assim?
As pessoas passam por mim e não me vêem
mas eu as vejo por dentro entre veias,sangue,
histórias e espírito pregado à carne como
quadro na parede.Meus pensamentos criam
um colorido para a paisagem dos carros,gente,
máquinas,céu.O céu azul.Ele sempre foi azul.
Mas aqui eu conheço somente a placa que li
inúmeras vezes indicando um caminho que não
sei se é o meu destino.Fora da concha..
Mundo perpétuo,grande..ruas e ruas.
Sem saber,era aqui que eu estava o tempo todo,
mas vou partir no trem do rumo das coisas.
nessa cidade desconhecida,andando com a sombra dizendo
que sou parte do todo e que o todo é o
muro,o cimento,raízes de árvores,janelas
e luzes acesas ou apagadas,eu vou pulando
cada hipótese,cada degrau,um sonho,uma
pedra,um acaso.Chuvinha fina molhando as
ruas e o brilho das luzes dos postes causam
efeitos transitórios,criam flashs,imagens da vida
num filme.Um processo ecológico nascer,crescer..
Morrer é morfológico.Por que pensar assim?
As pessoas passam por mim e não me vêem
mas eu as vejo por dentro entre veias,sangue,
histórias e espírito pregado à carne como
quadro na parede.Meus pensamentos criam
um colorido para a paisagem dos carros,gente,
máquinas,céu.O céu azul.Ele sempre foi azul.
Mas aqui eu conheço somente a placa que li
inúmeras vezes indicando um caminho que não
sei se é o meu destino.Fora da concha..
Mundo perpétuo,grande..ruas e ruas.
Sem saber,era aqui que eu estava o tempo todo,
mas vou partir no trem do rumo das coisas.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Animal que sou'
Animal de sangue,pele e pêlo.
Uivando para as luas,caçando nas noites.
Dias,vidas,moscas.
Instinto,natureza,espírito.
Caminhando na chuva,nas pedras.
Comendo carne crua,mato seco.
Olhar,febre,humildade,umidade.
Pegada na lama,na areia.
Coração,pata,cauda,vento.
Dormindo no tapete,no chão,na cama.
Medo,coragem,rosnado.
Sombra,luz,sol,neblina.
Água,alguém,amor.
Uivando para as luas,caçando nas noites.
Dias,vidas,moscas.
Instinto,natureza,espírito.
Caminhando na chuva,nas pedras.
Comendo carne crua,mato seco.
Olhar,febre,humildade,umidade.
Pegada na lama,na areia.
Coração,pata,cauda,vento.
Dormindo no tapete,no chão,na cama.
Medo,coragem,rosnado.
Sombra,luz,sol,neblina.
Água,alguém,amor.
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